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sábado, 31 de julho de 2010

Educação e Tecnologia


Maiara Barbosa Monteiro da Silva Mediadora de Informática Educacional em Guaratinguetá, Pedagoga e Pós-graduanda em Psicopedagogia e Psicomotricidade.

Informática no Ambiente Escolar
Maiara Barbosa Monteiro da Silva

Um dos aspectos mais importantes é que a informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia.

A informática educacional tem como objetivo permitir aos alunos o contato com este mundo informatizado, sendo mais um recurso para haver uma aprendizagem mais prazerosa, através de softwares educativos com conteúdos trabalhados em sala de aula pelo professor.

Trabalhar com o computador é uma possibilidade de ampliar e diversificar a prática pedagógica. O computador possibilita a utilização de estratégias que não se restringem ao simples uso e manuseio de uma máquina.



Por isso é importante que o educador compreenda o uso do computador de maneira ampla, assumindo uma postura multidisciplinar de integração de conteúdos e das disciplinas ampliando a abrangência do conhecimento que pode ser adquirido pelo aluno.

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997), a escola faz parte do mundo e para cumprir sua função deve estar aberta a incorporar novos hábitos, comportamentos, percepções e demandas.

Considerando ainda a rapidez com que se dá a produção de conhecimento e a circulação de informações no mundo atual, a incorporação das inovações tecnológicas irá contribuir para a melhoria da qualidade na educação. Contudo, a simples presença das tecnologias na escola não é, por si só, garantia dessa maior qualidade.

Segundo o PCN, a tecnologia deve ser usada na escola para ampliar as opções didáticas do educador, com o objetivo de criar ambientes de ensino e aprendizagem que favoreçam a postura crítica, a curiosidade, a observação e principalmente a autonomia do aluno.

O educador continua sendo quem planeja e desenvolve as situações de ensino a partir do conhecimento que possuem e dos processos de aprendizagem, desta vez utilizando a ferramenta tecnológica como mais um recurso para ensinar e aprender. Ele é responsável pelos processos que desencadeia para promover a construção de conhecimentos, e nesse sentido é insubstituível.

A tecnologia deve ser utilizada como recurso para apresentar e aprofundar conteúdos curriculares, não somente para ensinar programas de informática, pois o objetivo não é formar técnicos em informática.

O ideal é estabelecer objetivos pedagógicos para que as atividades tenham significados e façam do laboratório uma extensão da sala de aula, um verdadeiro ambiente de aprendizagem.

Segundo Fróes (apud LOPES, 2002), a tecnologia sempre afetou o homem: das primeiras ferramentas, por vezes consideradas como extensões do corpo, à máquina a vapor que mudou hábitos e instituições, ao computador que trouxe novas e profundas mudanças sociais e culturais, a tecnologia nos transportando ou mesmo nos substituindo em determinadas tarefas, os recursos tecnológicos ora nos fascinam, ora nos assustam...

De acordo com Borba (2001, p.46), quando coloca “seres humanos – com – mídias” dizendo que “os seres humanos são constituídos por técnicas que estendem e modificam o seu raciocínio e, ao mesmo tempo, esses mesmos seres humanos estão constantemente transformando essas técnicas”.

Para Flores (1996), "a informática deve habilitar e dar oportunidade ao aluno de adquirir novos conhecimentos, facilitar o processo ensino/aprendizagem, enfim ser um complemento de conteúdos curriculares visando o desenvolvimento integral do indivíduo”.

O autor ainda coloca que mesmo diante desta nova realidade e do avanço da informática, o professor deve repensar sobre sua prática, utilizando a tecnologia ao seu favor.

É preciso que a escola mobilize seu corpo docente sobre a importância da informática educacional.

Mobilizar o professor significa mudança de paradigmas, acreditar que a tecnologia é sua aliada na construção da sua prática, isto não o tornará um especialista na área, mas é preciso criar condições e querer se apropriar deste conhecimento, para saber usá-lo adequadamente em seu dia a dia com o aluno.

O importante é que o professor se sinta como uma peça participativa do processo, seja parte integrante da construção deste novo conhecimento, se atualizando constantemente e criando novas estratégias de aprendizagem e enfrentando estes novos desafios.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Hardware e Software


·         Informática
              
               A palavra informática é um neologismo criado por contração das palavras informação e automático, ou seja, informação automática. Utilização de métodos e técnicas de tratamento automático da informação. Para tal, é preciso uma ferramenta adequada: o computador.

·         Computador
              
               Máquina de processamento de dados, orientada por um conjunto de instruções e destinadas a produzir resultados completos, com um mínimo de intervenção humana.

·         Software
              
               Conjunto de instruções, ou seja, os programas. Parte lógica do computador.

Ex,: Word, Excel, Power Point, etc.

·         Hardware
              
               Parte física do computador, ou seja, dispositivos que fazem parte do computador, que são nomeados periféricos.

Ex.: Placa-mãe, memória, mouse, teclado, etc.

·         Periféricos de entrada
              
               São dispositivos utilizados para transmitir informações ao computador.

Ex.: Mouse, Teclado, Scanner, WebCam, etc.

·         Periféricos de saída
              
               São dispositivos utilizados para transmitir informações ao usuário. Apresentam os resultados finais do processamento.

Ex.: Monitor, Impressora, Caixa de Som, etc.

·         Periféricos de entrada/saída
              
               São dispositivos utilizados para transmitir informações ao usuário e ao computador simultaneamente. Apresentam os resultados finais do processamento.

Ex.: Monitor, Impressora, Caixa de Som, etc.

 

·         Tipos de memória
              
               Memórias: Locais onde são armazenadas as informações. São divididas em:

§        Memória RAM ? memória apenas temporária. Random Access Memory.

§        Memória ROM ? é um tipo de memória que contém instruções imutáveis, nela estão localizadas rotinas que inicializam o computador quando este é ligado. É não-volátil, ou seja, os dados não são perdidos com a ausência de energia. É também de acesso aleatório. ROM ? Ready Only Memory.
                
               Ex: Cds normais, não regraváveis.
§        Memória CACHE ? memória auxiliar da memória ROM.
§        Memória Auxiliar ? memória utilizada para auxiliar o computador a fim de que possamos transportar as informações de um lugar para o outro.

Ex.: Pen drive, CDs.

·         Processador
              
               Principal componente do computador. A partir dele que os programas são executados. Controla a leitura e gravação dos dados nas unidades de disco, grava e faz leitura na memória, recebe e envia dados a diversos dispositivos.
               Também é chamado de CPU (Central Processing Unit).

Se você quiser baixar essa apostila, clique aqui. 


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Abraços da sua professora de Informática, Vera Barberino.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Msn, Orkut, Google Talk

Empresas aderem a essas formas de comunicação para obter mais agilidade

Por Bia Brandão

Na contemporaneidade, o grau de exigência para que o profissional tenha uma maior agilidade e eficácia é muito alta. Por conta do compromisso com a rapidez nos resultados e feedbacks, muitas empresas abriram espaço para seus colaboradores usarem canais de comunicação além dos corriqueiros telefone e e-mail - como o MSN, Orkut e Google Talk - no expediente para adiantar seus contatos. Mas até que ponto essa nova forma de comunicação empresarial é benéfica? A melhor resposta vem da boca das próprias empresas, que contam como esse novo formato auxiliou as interações interna e externa, e dão as dicas para não cair nos principais erros, como trocar as prioridades profissionais pelas pessoais.


Quando a janelinha do Messenger subia avisando que alguém queria falar com você, normalmente, era vista somente nos momentos de folga, e os contatos nada tinham a ver com compromissos profissionais. Isso mostra a função modificada: o MSN, que era apenas uma forma de conversar com os amigos, se transformou em mais uma ferramenta de trabalho. Eles não trazem apenas mais rapidez, mas também economia. “Nós utilizamos os comunicadores instantâneos principalmente para baratear os custos com telefonia. Os resultados são positivos, porque geram uma economia na comunicação da empresa com os clientes e fornecedores”, diz Orácio Kuradomi, especialista em segurança da ÚnicoNET.


Essa facilidade traz muitas vantagens, como copiar e colar orçamento para vários contatos num mesmo instante, manter o histórico de conversa gravada e comunicação rápida. Porém, para que isso flua bem, é necessário bom senso e responsabilidade. “O funcionário tem que ter em mente que no ambiente de trabalho o MSN não é uma forma de lazer, e sim uma ferramenta que pode ajudar - ou atrapalhar – a sua produtividade”, orienta Ricardo Lotti, diretor da Mystique Informática.

Para a empresa Metacortex, os benefícios foram muitos. Segundo o diretor, apesar da visão pouco produtiva que este tipo de mecanismos de comunicação possa ter, ele é importante porque possibilita a ligação com o mundo exterior. “Usamos, essencialmente, com o objetivo de trazer informação para o local de trabalho, bem como a difusão do relacionamento”, explica Rui Coelho, diretor de Sistemas de Informação da Metacortex do Brasil.


A tendência é o crescimento do método. De telefonemas, as necessidades do trabalho passaram a ser resolvidas por e mail, e o msn foi o mais recente “passo” a serviço da tecnologia e da otimização de tempo. “Imagino que, no futuro, muita gente usará palms e celulares sem limites para trocar informações”, analisa Jorge Duro, diretor da Flexcorp Mercadata.


No entanto, também há os fatores negativos. A vulnerabilidade, troca de arquivos, tempo gasto em conversação particular são alguns exemplos. Pensando nisso, algumas empresas investiram em canais de comunicação próprios. “Desenvolvi o ÚnicoNET, que gerencia a utilização da rede interna e da internet, permitindo restringir ou até bloquear conteúdo abusivo acessado pelos colaboradores”, conta Orácio Kuradomi.


Para não cair em erros, o profissional deve estar atento, não desviar o foco no trabalho e ter limites com o uso para fins pessoais. Se o tempo é utilizado em conversas com amigos e familiares haverá queda na produtividade. “Além disso, seu nickname jamais deve ter frases sobre sua vida ou que reflitam seu senso de humor. Em minha empresa proíbo qualquer tipo de frase ao lado do nome, a menos que seja para promover algum cliente nosso ou nossas empresas”, alerta o diretor da FirstCom Comunicação, Indio Brasileiro Guerra Neto.


Fique ligado nas dicas do diretor comercial da companhia representante brasileira da alemã G DATA, Eduardo Freire: “é preciso evitar que o MSN, o Google Talk e o Orkut sejam utilizados por muito tempo para tratar de assuntos pessoais por parte dos colaboradores. Porém, o bloqueio puro e simples dos contatos sem uma conscientização geral e a implantação de uma política de convivência pode gerar um ambiente de trabalho desagradável, onde as pessoas se sintam limitadas na sua comunicação com o mundo externo. Todos devem entender os benefícios da comunicação, mas precisam estar cientes dos prejuízos que podem trazer aos processos da empresa”.

Fonte: http://www.timaster.com.br/revista/materias%5Cmain_materia.asp?codigo=1449